NÓS O POVO!

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O governo não precisa saber mais sobre o que estamos fazendo. Nós é que precisamos saber mais a respeito do que o governo está fazendo. Temos que direcionar nossas câmeras para a polícia e para o governo, não para outros lugares.

ESCRAVIDÃO MODERNA

Isso é especialmente verdade se a pessoa que o diz é um presidente de uma grande corporação. Corporações vigiam governos. Governos vigiam cidadãos. Cidadãos pagam impostos aos governos. Cidadãos trabalham para as corporações. Cidadãos ajudam as corporações a obterem lucros obscenos. Corporações pagam salários aviltantes para os cidadãos. Cidadãos estão acostumados a receberem salários aviltantes há muito tempo. Governos trabalham para as corporações. Corporações não pagam impostos aos governos. Corporações controlam os governos. Governos controlam os cidadãos. Bancos protegem o dinheiro das corporações. Bancos cobram tarifas dos cidadãos. Bancos investem o dinheiro dos cidadãos em ativos tóxicos. Quando bancos quebram, cidadãos perdem tudo, seu dinheiro e suas propriedades. Governos salvam os bancos com dinheiro dos cidadãos. Quando os cidadãos ‘quebram’, bancos tomam todo o seu dinheiro, suas casas e suas propriedades. Bancos nunca tomam propriedades das corporações. Bancos e corporações são parceiros de negócios. Bancos emprestam dinheiro aos governos. Governos cobram impostos dos cidadãos para pagar aos bancos. Corporações induzem os cidadãos a comprarem mais e mais e assim pagarem mais impostos aos governos. Bancos e corporações fomentam guerras entre governos. Governos convocam seus exércitos. Exércitos precisam de armas para lutar guerras dos governos. Bancos financiam armas para os governos. Corporações fornecem as armas para os governos. Governos enviam seus soldados para lutar. Soldados também são cidadãos. As famílias dos soldados sofrem uma dor sem tamanho. Soldados não tem escolha.  Isso nunca vai mudar.

Pyramids-voteBancos e corporações são os ‘donos’ do planeta. Cidadãos vivem no planeta. Cidadãos são meras propriedades dos bancos e corporações. Bancos e corporações colocam pessoas nos governos para os representar. Bancos e corporações influenciam fortemente governos e legisladores através de ‘lobbies’ e outros truques. Cidadãos acreditam que escolhem seus governantes. Cidadãos acreditam que podem derrubar governos. Mas eles não podem. Mesmo que eles consigam fazê-lo, um novo governo é colocado pelos bancos e corporações. Bancos e corporações não tem nenhum respeito pelos cidadãos. Cidadãos existem somente para trabalhar para eles, para comprar o que eles vendem e pensar o que eles querem que se pense. Religiões ensinam cidadãos como aceitar tudo isso e como obedecer sem questionar. Religiões dizem aos cidadãos que a ‘autoridade’ está invariavelmente certa. Religiões dizem aos cidadãos que a ‘autoridade’ é Deus. Religiões jamais vão dizer aos cidadãos que a verdadeira ‘autoridade’ é uma parceria entre bancos e corporações. Religiões trabalham para eles. Religiões pedem dinheiro aos cidadãos. Religiões também têm seus próprios bancos. Religiões não se importam com os problemas e dificuldades dos cidadãos. Religiões querem apenas o dinheiro dos cidadãos.  Não há nada de errado com o ‘Sistema’. Está ‘tudo bem’ com os bancos. Está ‘tudo bem’ com as corporações. Está ‘tudo bem’ com os governos. Não está ‘nada bem’ com os cidadãos. É assim que o ‘Sistema’ funciona. Perdeu a respiração?

Este vídeo é um bom exemplo do que foi exposto neste artigo. Aprecie! https://www.youtube.com/watch?v=MgiQL8xOVK8


Arundhati-RoyNossa estratégia deve ser não apenas confrontar o Império, mas isolá-lo, deixá-lo sem ar, humilhá-lo. Com a nossa arte, nossa música, nossa literatura, nossa superação, nosso prazer, nosso brilho, nossa resiliência – e nossa capacidade de contar nossas próprias histórias. Histórias diferentes daquelas que fomos condicionados a acreditar. As corporações entrarão em colapso se nós nos recusarmos a comprar o que eles vendem, suas ideias, sua versão da História, suas guerras, suas armas, seu conceito de inevitabilidade. Lembre-se disso: Nós somos muitos, eles são poucos. Eles precisam de nós mais do que nós precisamos deles. Um mundo melhor não só é possível, como já está a caminho. Em um dia tranquilo, posso ouvi-lo respirar. ARUNDHATI ROY


QUER MUDAR ISSO? QUER FAZER A DIFERENÇA?

Eles precisam de nós, muito mais do que nós precisamos deles. Quanto mais trabalhamos duro, maiores são seus lucros. Não trabalhamos, eles não lucram. Não compramos o que eles vendem, eles não lucram. Não colocamos nosso dinheiro nos bancos, eles não lucram. Não usamos cartões de crédito, eles não lucram. Não viajamos para qualquer lugar sem necessidade, eles não lucram. NÓS O POVO!

Vamos estudar mais e eles ficarão com medo. Vamos ler mais livros e eles ficarão com medo. Vamos ensinar essas coisas aos nossos entes queridos e amigos e eles ficarão com medo. Comecemos a não mais jogar o jogo deles e eles ficarão com medo. Comecemos a nos tornar mais conscientes de nossas capacidades e eles ficarão com medo. Comecemos a nos organizar e eles ficarão com medo. Comecemos a recusar salários aviltantes e eles ficarão com medo. Comecemos a exigir respeito e dignidade e eles ficarão com medo. Comecemos a não mais obedecer a preceitos e dogmas religiosos estúpidos e imbecis e eles ficarão com medo. NÓS O POVO!

Não importa se somos brasileiros, americanos, húngaros, ucranianos, africanos ou japoneses. Corporações não tem pátria, estão presentes no mundo todo. Bancos não tem pátria, estão presentes no mundo todo. Religiões não tem pátria, estão presentes no mundo todo. Somente nós temos pátria. Somente nós é que estamos limitados por fronteiras e governos. Somente nós é que precisamos pagar impostos aos governos. Somente nós é que precisamos trabalhar todos os dias para pagar contas intermináveis. Somente nós é que desperdiçamos uma vida inteira trabalhando e trabalhando para morrermos velhos e doentes sem jamais ter desfrutado verdadeiramente a vida. NÓS O POVO!

Então, devemos acordar e desligar a TV. Devemos ligar nosso cérebro. Colocá-lo para trabalhar. Dar uma verdadeira olhada em torno de nós mesmos. O que vemos? O que podemos fazer para mudar? Soluções não irão cair dos céus. Temos que buscar as soluções. Temos que tomar uma decisão. Temos que fazer algo. NÓS O POVO!


q-photo-we-the-people-american-constitutionLembre-se:

Todas as vezes que pessoas tentaram se organizar em grupos, foram derrotadas. Todos os grupos foram esmagados. Toda vez que uma pessoa sozinha tentou agregar outras pessoas à sua volta em torno de uma causa, a pessoa foi presa e o grupo foi dissolvido sob acusações de crimes diversos, prostituição, orgias, uso e tráfico de drogas, espionagem, etc. Basta que as ações do grupo comecem a incomodar o ‘Sistema’. A História nos mostra que esse é o caminho errado. O melhor caminho é a conversa pessoa a pessoa, no máximo pequenos grupos de 20 ou 30. Não pode existir um líder ou alguém que articula as ações. A ação deve acontecer em células, compostas por numero reduzido de pessoas, espalhadas por todos os lugares, sem que haja um responsável que possa ser facilmente rastreado. Internet é a melhor ferramenta para isso. Esqueça as ONGs, instituições e grupos com grande número de pessoas. Nesses grupos sempre haverá um ou mais espiões. Além disso, podem ser facilmente dissolvidos. Inquisição não acabou, apenas mudou seu ‘modus operandi’. Hoje as pessoas não são mais enviadas às fogueiras para serem queimadas, eles simplesmente desaparecem, assassinadas ou suicidadas. Portanto, tenha cuidado.


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12 ideias sobre “NÓS O POVO!

  1. Pamela

    O próprio “sistema” é tão acachapante que muitos estão se vendo obrigados a abrir mão de uma série de valores ¬ e ironicamente descobrindo que vivem muito melhor do que antes ¬, devido às circunstâncias em que se encontram. Não há sequer necessidade de haver “conluio de massas” contra o mesmo, pois que justo este está fadado a dar um tiro no próprio pé.

    Resposta
  2. Luís

    Belo texto. Concordo com tudo isso que dizes Eduardo. Fico feliz em ver que não sou apenas eu quem penso assim. Mas hoje em dia, em nossos círculos de convivência em sociedade, são poucas as pessoas que conseguem ter essa visão, pelo menos no meu caso é assim, não consigo conversar sobre esses assuntos com ninguém além de mim mesmo. Não apenas esse tipo de assunto, como ufologia ou uma conversa aberta sem melindres sobre religião, espiritualidade, etc…as pessoas não sabem mais conversar. Coisa triste. Triste realidade.

    Resposta
  3. Luís

    Pois é Eduardo, penso nessas coisas todos os dias, em casa, no carro, antes de dormir, cortando a grama, debaixo do chuveiro, e fico pensando em como essas situações podem mudar, quando irá mudar, quem irá mudar? e um sentimento de imensa impotência toma conta de mim e no final das contas, já cansado de queimar os neurônios pensando nessas coisas que os outros acham bobagem e “viagem” acabo por me resignar com o que temos, com essas perspectivas infelizes, de apenas sobreviver no meio desta grande merda. Encontrei na internet essa frase que achei interessante e que tem haver com o que tu transmite em teu blog:

    O mundo está doente… doente de falta de amor…. doente por não conseguir mergulhar dentro de si mesmo, buscar o “eu” mais profundo. Aquele “eu” que está perdido no meio do orgulho, ambição, arrogância, egoísmo, cinismo, sei lá… coitado está se afogando no mar da podridão. Talvez se cada um tentasse resgatar o “eu” e despoluir o seu interior. Encontrasse o “eu” mais humano, o “eu” mais generos
    o, o “eu” que ajuda, enfim… tirar a podridão e deixar as águas cristalinas fluir novamente em suas veias… encontrando realmente o “eu” sadio e feliz! Talvez seja uma opção, ou talvez não haja mais solução. Será que o externo é mais importante que o interno? Será mesmo que a humanidade está se condenando a morrer cheio de dinheiro e sem alma?
    Solange Horacio dos Santos

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    1. Eduardo LBM Autor do post

      Compartilho de seu sentimento de impotência. É o que sinto também, boa parte do tempo. Sim, o mundo está doente, mas com exceção de você, eu e mais alguns poucos que estão acordados dessa hipnose coletiva, a grande maioria não tem consciência disso. Só nos resta tentar acordá-los, o que não é uma tarefa fácil, pois cada vez que acordamos alguém, corremos o sério risco de esse alguém se tornar nosso inimigo ferrenho, pois o mesmo estava tão acostumado à sua zona de conforto, sustentado pelo sistema. que irá se ressentir imediatamente, pois desse momento em diante terá que andar com seus próprios pés, pensar com sua própria cabeça. Imagine o quanto isso é difícil para pessoas que estão há anos sendo conduzidas por um sistema que determina até o que elas devem pensar ou sentir. Eles pensam o que o sistema quer que elas pensem, sentem o que o sistema quer que elas sintam, vão para onde o sistema quer que elas vão. De um momento para outro, terão que pensar, sentir e caminhar por si mesmas e verão que todos à sua volta estão hipnotizados. É muito difícil. Mas não é impossível. Se um número suficientemente grande de pessoas (uma massa crítica) começar a acordar, as demais acordarão também em progressão geométrica. E o nível de consciência do mundo irá mudar grandemente. Essa é minha esperança. É isso que pretendo ao divulgar meus artigos, que ultimamente estão se espalhando por mais de cinquenta países pelo mundo.

      Resposta
      1. Luís

        Obrigado pela atenção em responder. Concordo com o que escreveste. Mas quando essa massa crítica vai entrar em ação, eis a questão. Será que essa tomada de consciência já está ocorrendo lenta e gradualmente. Talvez demore séculos. Você encontrou a sua maneira de intervir nesse sentido, mas é um trabalho de formiguinha e ingrato pois a maioria das pessoas ignora e zomba dessas questões. Será que em outros países é diferente ou a alienação é globalizada mesmo? Aos meus olhos é generalizada. Eu ainda não encontrei minha forma de contribuir para essa mudança e acho honestamente que somente algo chocante, algo impactante em escala mundial poderia propiciar esta mudança, ou transição para uma nova consciência da humanidade. Acho que somente esse FATO/ACONTECIMENTO poderia alavancar nossas mentes à outro nível, sintonia. Não sei se isso seria algo físico ou espiritual, mas intuo que deva ser global e grande o suficiente para nos tirar dessa inércia.

        Resposta
  4. Isa Maria

    Eu comungo da mesma opinião do Luís; em 2007, quando ‘despertei’ por conta de uma fatalidade em família, senti imensa felicidade (que ingênua!); imaginei que, nossa! Havia ‘descoberto a pólvora’! Eureka! Mal me contive de tanta alegria…ledo engano; imaginei que muitos outros já ‘despertos’ eu encontraria e que ‘juntos’ poderíamos fazer a diferença e que, portanto, ‘promoveríamos o despertamento de tantos outros…’; daí deparei-me com nossa ‘realidade’: a maioria NÃO QUER DESPERTAR (aliás, nem se crê “adormecida’); então, a você, que ‘desperta’ da hipnose coletiva’, resta dois caminhos: vivenciar seu ‘novo estado do ‘ser’, usufruindo dessa satisfação e alegria na sua solidão, ‘contemplativamente’ ou, assumir a coragem de enfrentar a ‘execração’ ao tentar acordar outros para a realidade, que não é nem tão feliz, nem tão cor de rosa, como querem mostrar que é…escolhi a segunda opção – sinto-me cansada, exaurida mesmo – pois entendo que o livre-arbítrio – deve ser respeitado – e, se a maioria, prefere a dormência eterna; prefere anestesiar-se no consumismo – mesmo que essa opção impacte a sua, a minha e a vida dessas pessoas, negativamente, pouco, nada ou quase nada, podemos fazer…é como enxergar o nosso lindo planeta azul, descendo ladeira abaixo, tentar avisar as pessoas para que juntas possamos reverter e perceber que a maioria prefere morrer ‘encostado’ mas usando sua roupa, seu tênis ‘de marca’, tomando seu refri ou sua cerva e viva a ‘idiocracia*’!

    * Refiro-me ao filme: https://www.youtube.com/watch?v=gK2diven4RU ( Idiocracia: o mundo governado por idiotas… imperdível – idiocracy filme dublado completo) que, a quem não assistiu, recomendo!

    Um forte abraço, com afeto,
    Isa Maria

    Resposta
    1. Luís

      Olá Isa, bom ler a tua resposta. Não somos poucos não, percebo que muitos pensam nestes assuntos e possuem essa consciência e querem mudar e ver mudanças, mas acredito que a maioria está assim como eu, presos à condições da vida cotidiana que acabam minando os melhores desejos e vontades, sejam elas situações concernentes à expectativas da sociedade, família, amigos, mercado de trabalho/profissional, ou escravizados de certa forma (uns mais, outros menos) pelos seus empregos, e mergulhados em rotinas diárias, demandas malucas, enfim, tentando sobreviver, mais do que viver, e isso tudo é capaz de fazer até mesmo o mais bem intencionado e motivado, desanimar, e sequer dar vazão à esse tipo de pensamento, quem dirá, AGIR nesse sentido, ou seja, como diz o ditado: a semente não “se cria”, não vinga.

      Mas acho que de forma esparsa, aqui e ali as pessoas vão aos poucos mudando, e talvez isso demore ainda 100 anos ou mais, passinho de formiga mesmo, através de pessoas digamos, “especiais” ou “predestinadas” mais capazes, que conseguem realmente fazer a coisas acontecer de forma efetiva e conseguem arrastar mais pessoas pelo exemplo e carisma. Muitas pessoas, colaboram a exemplo do Eduardo, colocando em palavras esses pensamentos, motivando à outros, abordando temas interessantes que vão nesta linha, estimulando o senso crítico e a saírem da mesmice condicionada em que vivem.

      No fim das contas, no meu ponto de vista, as coisas se resumem à isso: cada um está preocupado com os seus problemas (inclusive eu, mas estou tentando ser mais que isso), enfrentando o dia-a-dia e suas eternas demandas, e os poucos que conseguem tirar o tapa-olho, se rendem ao medo, a insegurança que é fazer frente à tudo isso, enfrentar críticas e cabeças-duras/ignorantes pela frente, e evitam o desgaste mental de perder tempo em querer mudar algo fora de si, que está além da sua capacidade e alcance, algo que parece humanamente impossível, dando impressão de que apenas algo fora do normal, beirando o extraordinário tivesse que acontecer para uma quebra de paradigma brutal e generalizada à nível mundial, pra coisa poder entrar nos eixos e ser a ignição para essa mudança que almejamos, mas para a maioria dos mortais resta apenas tentar mudar um pouco a sua própria realidade pessoal mesmo, e no máximo estender isso à seu minigrupo familiar, sendo bem otimista, porque no meu caso, se restringe apenas à mim, e sigo vivendo assim, tentando transformar à mim, tentando manter a lucidez e melhorar aspectos da minha realidade que favoreçam o meu crescimento, com lampejos de ímpetos revolucionários, logo apagados pela sombra da realidade grotesca, a que posso chamar de O Horror, sem ambicionar nada mais, o que serviria apenas para desgaste emocional. Infelizmente acho que para maioria das pessoas que pensam no assunto, restas apenas isso: agir “egoisticamente”, no bom sentido, pensando em seu crescimento pessoal/espiritual, transcendendo um pouco mais o terra-a-terra, e isso já é tarefa pra uma vida toda.

      Um coisa é certa: como está não pode ficar, e o colapso desse sistema vigente e dos recursos naturais é questão de tempo, não tenho dúvidas que ocorrerá, a questão é quando.

      Abraço,
      Luís

      Resposta
  5. Yan Ram

    Republicou isso em O Grande Jardime comentado:
    Me deparei com esse incrível texto há alguns anos, e ele mexeu muito comigo, Fragmentou muitos fatos até então desfragmentados. Espero que faça o mesmo com você! Altíssimo recomendado… Boa leitura!

    Resposta

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