COMPLEXO-R (CÉREBRO REPTILIANO)

Nota importante: o jacaré que ilustra esse artigo, foto do meu acervo, é nada menos que o Jacaré Fritz que vivia no Rio Cachoeira no centro da cidade de Joinville/SC. Estima-se que ele tinha mais ou menos uns cinquenta anos. Apareceu morto na última sexta-feira, 15/05/2015 e ainda não sabem o que provocou sua morte. A foto em questão foi tirada em 15/12/2013. Carinhosamente apelidado de Fritz pelos moradores de Joinville, ilustre morador do poluído rio Cachoeira. Numa enquete popular sobre quem faria mais falta, se o senador Luiz Henrique (domingo 10), o radialista James Brizola (quarta feira 13) e o jacaré Fritz nesta sexta feira 15, adivinha quem venceu? Acertou! Foi o jacaré! No curto tempo em que morei em Joinville, ocasião em que fiz as fotos e o vídeo abaixo, pude perceber que Fritz era realmente muito popular. 

Que o ‘Grande Aligator’ o receba!

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Jacaré Fritz em ação!


reptilian-bainThe Triune Brain (R-Complex) – Paul MacLean

Cérebro reptiliano (ou Complexo-R) é a parte mais primitiva de nosso cérebro. É responsável direto por mais de noventa por cento de tudo o que acontece em seu corpo (e mente) no dia a dia, bem como sua relação com o meio-ambiente e as demais pessoas, restando muito pouco para as outras partes que formam o cérebro mais evoluído dos primatas (cérebro límbico, córtex e neo-córtex). É responsável pelo comportamento automático, comportamento repetitivo e comportamento imitativo. Possui duas emoções básicas: agressão e medo, diretamente responsáveis pela sobrevivência do indivíduo (ser vivo). As demais emoções, como raiva, tristeza, alegria, bem como emoções mais refinadas como, afeto, empatia e compaixão, estão no nível do cérebro límbico. O cérebro reptiliano é paranóico por natureza, pois para ele tudo é ameaça. Na verdade, ele passa cerca de vinte e cinco horas por dia rastreando e examinando tudo ao seu redor em busca de alguma ameaça em potencial. Situações, objetos, pessoas, outros seres vivos, ideias (diferentes das suas), crenças (que não sejam as suas), tudo pode ser uma ameaça.


marcia-allesConscientização e transmutação

Marcia Alles, Venâncio Aires/RS – Quando nosso cérebro Reptiliano se ativa, tem total prioridade sobre os outros dois, “Emocional e Racional”. Se comporta como um “Super-EU”, que impede de nos adaptarmos e evoluirmos. Ele é frio, rígido, territorial e agressivo e por vezes paranoico. E para sermos livres, felizes e escapar desta herança ancestral, só mesmo um ato de conscientização e transmutação. A Consciência cria e muda a realidade. Nenhum ato físico é preciso. Só mudar a visão “de mundo”, Somos todos um, filhos do mesmo Criador. Recebemos esta Vida, e agradecidos por isto, devemos dar o máximo, para tentarmos nos melhorar e evoluir no Amor e no Sentimento de Gratidão a tudo e a todos.


sermao_da_montanha1Contextualização como ferramenta

Interessante é que nos seres humanos, as crenças e convicções ficam profundamente armazenadas no cérebro reptiliano e se tornam comportamentos automáticos. Para se introduzir uma nova crença em uma pessoa, é bem simples: Ameaças, intimidações, constrangimentos, tortura física ou psicológica, são formas eficientes de se implantar crenças a nível profundo. E o bom dessas técnicas é que elas envolvem a estrutura cerebral por inteiro, nos três níveis: reptiliano, emocional e racional. Transmite-se um conceito, qualquer conceito, não importando se esse conceito é válido ou não e isso vai direto ao cérebro racional (córtex). Para dar validade a um conceito ‘duvidoso’ usa-se uma técnica simples: a contextualização. Basta transmiti-lo dentro de um contexto favorável. Isso irá parecer ‘racional’ e ‘lógico’ para quem ouve. Exemplo: “Aquele que se humilhar será exaltado“. É uma informação, totalmente contraditória, paradoxal, praticamente impossível de ser absorvida pelo cérebro racional, mas é aí que entra a contextualização: “foi Jesusjesus-2 quem falou isso, no famoso Sermão da Montanha (ou melhor, dizem que ele falou, já que grande parte do que é atribuído a Ele é passível de ser contestado. Vide meu artigo O GRANDE MESTRE). Então o cérebro racional ‘racionaliza’, isto é, faz um malabarismo mental para aceitar algo totalmente ilógico como sendo algo totalmente plausível, pois esse absurdo comportamental está endossado pelo fato de que “foi Jesus quem falou”. Não existe melhor maneira de se introduzir crenças conflitantes e condicionar as pessoas a aceitarem de bom grado a condição de serem escravos, do que convencê-las, através de uma contextualização bem elaborada, de que seu maior mestre “se humilhou perante os homens por vontade própria”. Depois, acrescenta-se emoções ao contexto, através de cantos, entoações, danças e rituais que tem por finalidade colocar as pessoas numa espécie de transe para que elas absorvam melhor essa informação totalmente ilógica e absurda. E por fim, usa-se a intimidação e o medo, através de ameaças cuidadosamhge infernoente ‘contextualizadas’ fazendo as pessoas crerem que se não aceitarem ou não seguirem os conceitos ensinados, por mais absurdos e ilógicos que sejam, sofrerão graves consequências, tipo: ir para o inferno por toda a eternidade sem direito a julgamento, porque estarão pecando contra o ‘conceito’. Pronto. O conceito está firmemente implantado a um nível profundo, já contendo as associações emocionais e conceituais que irão garantir que o cérebro reptiliano interprete esse conjunto de emoções e conceitos como algo a ser ferozmente defendido, até com a própria vida se necessário, tal qual ele defende o território (medo/agressão). Isso parece familiar para você, leitor?


homem_primataVirando o bicho

É por isso que quando você tenta transmitir uma nova ideia a um amigo, inicialmente ele se sente ameaçado e tenta desqualificar você, dizendo coisas do tipo: “Ih, lá vem você com essas suas ideias mirabolantes” ou ainda: “Ih, lá vem você com essas suas teorias furadas”. Se você tentar mexer nas crenças dele então, aí ele vira ‘o bicho’, literalmente. É o cérebro reptiliano em ação, defendendo o território. Os líderes religiosos e os ditadores sabem muito bem como utilizar isso, através da propaganda massiva, da unificação da população em torno de uma causa (ou contra um inimigo) e da inteligente utilização do instinto oditador (1)gregário, natural em grande parte dos seres vivos e, principalmente, nos seres humanos, que por conta desse instinto, se comportam literalmente como gado. Por isso, quando alguém é convertido a um novo sistema de crenças, que pode ser de cunho religioso, político ou outro qualquer, se você tentar alertá-lo, o convertido reagirá violentamente, como um animal (medo/agressão). Assim, basta ‘instalar’ a crença ou ideia na cabeça do ‘sujeito’ e depois, ele próprio se encarregará de defendê-la, com unhas e dentes.


mulher_brava3Submetendo-se para sobreviver

O cérebro reptiliano foi programado pela Natureza para submeter os demais ou submeter-se. Normalmente os machos dominam (submetem) e as fêmeas são dominadas (submetem-se). Mas mesmo entre os machos, se um deles rugir mais forte, os demais submetem-se a ele (macho dominante, Alpha). O mesmo acontece com as fêmeas. Se uma fêmea rugir com convicção, até os machos mais fortes ficam quietinhos (e as Ovelhasoutras fêmeas também). Isso é um comportamento automático, independe dos processos racionais ou do pensamento consciente. Está diretamente relacionado à nossa necessidade de sobrevivência (para sobreviver, às vezes é conveniente submeter-se a um líder, a um ditador ou simplesmente a um macho ou fêmea mais forte). Os líderes religiosos e ditadores também sabem muito bem disso, por isso é tão fácil seduzir uma horda de fiéis e torná-los submissos como cordeirinhos.


arrogante2Permanecendo na zona de conforto

Devido à sua função principal (garantir a sobrevivência), o cérebro reptiliano às vezes assume comportamentos extremamente irritantes. Por exemplo: Ater-se à picuinhas antes de tomar conhecimento de um assunto por inteiro, isto é, travar em alguma parte ou frase irrelevante, exigindo explicações, evitando assim tomar conhecimento do assunto, já que sua principal função é proteger seu dono da ‘ameaça’ de novas ideias e com isso evitando também que seu dono tenha que usar as partes mais evoluídas do cérebro (emocional e racional). Uma das formas mais utilizadas pelo cérebro reptiliano para ‘não tomar conhecimento’ de um assunto ou uma nova ideia, é mudar o foco (vide meus artigos JOGOS QUE AS PESSOAS JOGAM e TRIÂNGULO DRAMÁTICO E JOGOS PSICOLÓGICOS. Muda-se o foco do assunto para a pessoa. Em vez de se falar do assunto, fala-se da pessoa que tenta trazer o assunto à discussão. Para isso, qualquer coisa serve: espera-se a pessoa falar ou expor uma ideia e depois pergunta-se a ela: “Por que você gesticula tanto quando está falando?” Pronto! o foco foi desviado e desse momento em diante o assunto passa a ser o porquê da pessoa gesticular enquanto fala. E o assunto principal? Irrelevante. Foi jogado no lixo. O crencas-slide_8importante agora é falar da pessoa, assim o cérebro reptiliano consegue ‘vencer a discussão’ e permanecer totalmente afastado da possibilidade de adquirir um novo conhecimento, já que novos conhecimentos são ‘ameaçadores’ para sua zona de conforto. Aliás, uma das principais funções do cérebro reptiliano é manter seu dono na mais absoluta ‘zona de conforto’. Nisso, ele é extremamente eficaz. Tente comunicar uma nova ideia ou conceito a um fanático religioso, um Ateu convicto ou um Materialista científico e verá como o cérebro reptiliano reage.


crocodiloatacagnu1Argumentando com crocodilos

Compare isso ao ato de tentar tirar o Gnu que está sendo comido por um grupo de dez crocodilos. Você será comido em um segundo. Não importa o nível cultural ou acadêmico da pessoa, ela sempre reagirá igual a um animal em defesa das ideias e conceitos ‘pré-instalados’, não se importando nem mesmo de se indispor com pessoas queridas ou arrumar inimizades. O que importa mesmo é a defesa do território (nesse caso, das ideias, conceitos e crenças). E pouco importa se os conceitos que a pessoa defende são válidos ou não, porque nesse caso a razão não se aplica (Razão, raciocínio e análise, são tarefas do cérebro evoluído, (racional), mas ele raramente é utilizado por pessoas cujo cérebro reptiliano é predominante).


melissa-tobiasO mito dos dez por cento

Melissa Tobias – Um mito que alguns charlatões adoram é afirmar que usamos apenas 10% da capacidade do nosso cérebro. Mentira! Basta fazer uma ressonância magnética para ver que todo nosso cérebro é usado. Não existe nenhum mega poder sobrenatural escondido nas profundezas do cérebro. Somos seres humanos, seres fisicamente limitados e ponto. E ainda bem que somos assim. A natureza, ou seja lá o que nos criou, foi muito inteligente em nos manter presos num corpo bem limitado. Se com um cérebro primitivo e tosco como o nosso, o ser humano cria bombas para explodir cabeças de crianças inocentes, imagine se possuísse poderes sobrenaturais de heróis de quadrinhos!? O poder sem amor é muito perigoso, é o mal encarnado. Cada um tem o corpo que merece. O cérebro que merece. O que faz uma criatura ser melhor que a outra é sua índole e não seus poderes de super heróis. Nem todo médium, que possui tal habilidade por ter grande quantidade de cristais na glândula pineal, é humilde e bondoso como Chico Xavier. Muitos usam esta habilidade para trabalhar para seres sombrios. Primeiro temos que aprender a amar. Um corpo e um cérebro mais poderoso virá em seguida. Assim é mais seguro para todos. E, não! Não usamos apenas 10% do nosso cérebro. Usamos ele todo. Tire um pedacinho de nada para ver o que acontece! Os neurologistas só entendem 10% do funcionamento do cérebro. Foi aí que surgiu o mito.


gaza-genocideAumentando a área de influência

O cérebro reptiliano é obsessivo por querer sempre mais. Mais território, mais posses, mais influencia, mais poder. Para ele, menos que tudo, é inaceitável, ele quer tudo, quer controlar tudo. Ele é doente por controle, quer o controle absoluto. Tudo o que está ao alcance de sua vista ou de seus sentidos tem que estar sob controle. E o controle tem que ser absoluto. Isso parece familiar para você, leitor? O cérebro reptiliano quer expandir sempre, o tempo todo. Por isso um empresário que tem dez caminhões, no ano seguinte quer ter cinquenta e no outro ano quer ter trezentos. Não se trata de crescimento empresarial e sim de ‘amealhar’ posses, território, controle. Pelo mesmo motivo uma mulher tem dez pares de sapato e no mês seguinte ela quer ter cinquenta e no outro mês duzentos pares e depois… Ela não para nunccongestionamento_avioesa de comprar sapatos, vestidos, calças, mesmo que nunca vá usar. A esposa do ex-ditador das Filipinas tinha nada menos que oitocentos pares de sapatos. E não estava satisfeita, ela queria mais. Não se trata de ter um guarda roupas variado, até porque ela nunca irá usar todos esses sapatos. É apenas o cérebro reptiliano em ação, buscando ter cada vez mais, controlar cada vez mais, expandir o território cada vez mais. Só isso. É por isso que um homem constitui uma empresa e depois de um ano a empresa vira duas e depois de dois anos a empresa vira dez e depois cinquenta e depois… nunca chega a um fim. É por isso também que um especulador de Wall Street tem 76 jatos e helicópteros e possui cinco mansões e controla pelo menos trinta instituições financeiras entre bancos, financeiras, seguradoras, etc. E não é o suficiente. Ele quer mais. Só que aqui há um pequeno detalhe, que quase ninguém sabe. Ele (o especulador) amealhou tudo isso e muito mais às suas ccaranguejoustas, caro leitor, porque um especulador não produz absolutamente nada, não comercializa absolutamente nada. Vive apenas do dinheiro dos outros. Sabe aquele juro abusivo que você paga, embutido nas parcelas de seu carro? Sabe aquele royalty que você paga quando adquire um produto, que pela lógica de mercado deveria custar R$ 100,00 mas custa R$650,00? Essa é a parcela do especulador de Wall Street. Você trabalha e sua a camisa para que ele possa comer ‘patinhas de caranguejo’ a US$400,00 (quatrocentos dólares) o prato, fora o frete. E também para que ele possa se deitar com prostitutas de luxo que cobram alguns milhares de dólares pelo programa, já que o dinheiro é dos trouxas mesmo, ou seja, meu, seu e de todos os que trabalham. Por que o cérebro reptiliano busca ter mais e mais? Medo. Medo de ficar sem, medo de faltar. Por que ele expande mais e mais? Agressão, território, controle, poder.


Igreja primitiva x atualLevando a palavra

E falando em expansão, assim também agem os lideres religiosos quando convencem seus fiéis a aliciarem mais adeptos para suas igrejas ou templos. Depois de convenientemente convencidos de que a sua religião é a única verdadeira e que todos os que seguem outras religiões devem se converter para esta, sob pena de estarem cometendo heresia, os fiéis saem para as ruas em busca de novos adeptos. E são muito bem treinados para isso, sabem como ninguém a arte do convencimento através do medo e da intimidação, já que estarão falando na maior parte do tempo com pessoas com pouca ou nenhuma instrução e nenhum conhecimento de teologia. Duvida do que eu digo? Apenas observe como o número de igrejas é inversamente proporcional ao nível cultural, econômico e financeiro das comunidades onde elas se instalam. Quanto maisIgrejas ricas II pobreza, mais igrejas. Eles estão realmente convencidos de que são portadores da ‘verdade’ e por isso eles vão de porta em porta levar a ‘palavra’. Você já viu algum líder religioso indo fazer pregação de porta em porta? Não, claro que não. Ele coloca seus ‘empregados’ para fazer isso. Cada religião, na figura de seus líderes e adeptos, está convencida de que ela é a única verdadeira e por isso ela assume a tarefa missioneira de levar a ‘palavra’ aos confins do mundo e expande seus territórios de influência usando os cérebros reptilianos dos seus seguidores.


carlos-torresMais medo, mais controle, mais poder

Carlos Torres – Escritor e PalestranteQuanto mais violência, mais medo, quanto mais medo, mais artifícios de segurança privada as pessoas e empresas consomem e mais as empresas de seguro faturam. Quanto mais medo as pessoas sentem, mais elas ficam em casa, quanto mais elas ficam em casa, mais facilmente elas serão condicionadas e quanto mais condicionadas, mais elas assistem TV aberta. Portanto quanto mais assistem, mais audiência elas têm, mais faturamento, maior controle e maior share de atuação no mercado, O Deus Mercado. Sem contar é lógico no agregado que se consegue captar para as religiões. Simples Assim.


the-triune-brain-in-evolutionConhecimento proibido

Esse estudo sobre o cérebro reptiliano é tão importante, que o livro de medicina de Paul MacLean – The Triune Brain (R-Complex), que descreve pormenorizadamente o funcionamento do cérebro, custa (no Brasil) a simples bagatela de R$ 1.340,90 (preço de 01-set-2014). Isso mesmo, mais de mil e trezentos Reais. Percebe-se que o objetivo disso é dificultar ao máximo o acesso ao conhecimento através da prática de preços proibitivos. Presume-se que esse livro não será traduzido para o Português, então os interessados terão que importá-lo. Obviamente que eu não tenho esse livro (ainda não, mas estou juntando dinheiro), então todo o conteúdo deste artigo é baseado em trabalhos de outros autores que por sua vez desenvolveram seus trabalhos com base no trabalho de Paul MacLean como por exemplo, John S. Price, de cujo artigo eu extraí alguns trechos para compor este meu trabalho. Por se tratar de um assunto fascinante, coloco à disposição para download dois links de artigos em PDF (em inglês). São artigos curtos, de poucas páginas, mas que ajudam bastante no processo de compreensão do funcionamento do cérebro em suas três partes principais: instintivo, emocional e racional.


The triune brain-I – Issue – John S. Price

The triune brain-II – Issue – excerpted from the book pages 185-189


Luta-pela-menteComo sua mente é controlada!

Este é um livro importantíssimo pois descreve em detalhes as técnicas de conversão religiosa e política. Muito do que escrevi acima está melhor descrito neste livro. Clique no link para free-download.

Luta pela Mente – William Sargant.pdf


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35 ideias sobre “COMPLEXO-R (CÉREBRO REPTILIANO)

  1. Andreia Sigolo

    Republicou isso em Relacionar-see comentado:
    Quando usamos o nosso cérebro para aprisionar. Quando usamos o que temos de mais primitivo no sentido mais vil.

    Como nascem as crenças limitantes em todos nós.

    Onde há uma vítima, há também um algoz, usando as suas forças mais baixas, para impor sua vontade.

    Resposta
  2. Fernando Albino

    Eduardo gostei muito dessa matéria. Por acaso você sabe o porque do nome reptiliano? A sua introdução sobre o jacaré já é a resposta? Rsrsrs

    Resposta
    1. Fernando Albino

      Ah e eu sou o Fernando Albino do OH, estou lendo todos os dias no meu pouco tempo durante a semana que tenho e estou achando incrível seu blog, é claro que não concordo com tudo (meu cérebro reptiliano em ação rsrsrs) mas de resto estou me identificando muito com seu conhecimento. Parabéns e muito sucesso!!! Aliás vc já é uma pessoa de sucesso, espero chegar a seu nível um dia. Tenho apenas 20 anos então tenho muito tempo xD.

      Resposta
    2. Eduardo LBM Autor do post

      O nome reptiliano é devido ao fato que que a parte mais primitiva do nosso cérebro é também compartilhada com os répteis. Segundo a ‘Teoria da Evolução das Espécies’, sobre a qual eu tenho minhas reservas, primeiro surgiu esse cérebro, primitivo, com apenas duas emoções básicas, medo e agressão (fúria). Sobre ele, depois de muito tempo, teriam se desenvolvido o cérebro límbico e bem depois o córtex.

      Resposta
      1. Fernando Albino

        Vou dar uma olhada sim =D
        E eu jurava que reptiliano era relacionado com aqueles alienígenas que você deve conhecer muito bem já que gosta dessa parte de ufologia hehe.
        E vou ver se troco a foto do meu avatar, aquela eu fiquei com cara de velho hahahahab

        Resposta
    1. Eduardo LBM Autor do post

      Sim, Maria, muito do que escrevo, se não foi inspirado pelo Hélio Couto, é resultado de uma busca pessoal por mais conhecimento e informação que teve início justamente durante e após eu ter assistido muitas das palestras do Hélio. Cada vez que ele citava o nome de algum cientista ou pesquisador em suas palestras, eu anotava o nome e ia pesquisar para saber mais sobre o tal cientista ou pesquisador ou sobre qualquer outra pessoa que ele mencionasse. Devo muito ao Hélio, o qual conheço pessoalmente.

      Resposta
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  5. Edson Costa

    Poxa, maravilhoso artigo, parabéns por nos elucidar, também comecei a estudar mais profundamente a mente humana, incentivado pelos videos do prof. Hélio Couto, um homem extremamente sábio, obrigado e muita luz!

    Resposta
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  12. Kaio Rafael

    Excelente matéria Eduardo! Gostaria de lhe fazer uma pergunta.

    Digamos que fosse criado um medicamento que possibilita o controle dos impulsos indesejados do cérebro reptiliano
    E que toda a humanidade fosse medicada com o mesmo
    Seria essa a pilula para sair da matrix?

    Resposta
  13. Pingback: Ser um profissional multitarefa pode não ser tão bom quanto parece | Reminiscências

  14. Ludwig

    Você falou em poderes sobrenaturais, bem… Todos temos latentes em nós as sementes dos poderes sobrenaturais, mas pelo nosso comportamento desregrado esses poderes estão talvez bloqueados ou foram bloqueados por alguém para que não façamos besteiras como na época da Atlântida onde cada um de nós era um mago negro não apenas em potencial, mas em ação também.
    Infelizmente o cérebro reptiliano ou Complexo-R é o grande vilão da evolução espiritual humana. Todos se acostumaram a usar o cérebro reptiliano e deixaram as partes mais refinadas do cérebo sem usar. Estamos há muito tempo apenas nos comportando como animais e mesmo muitos animais não se comportam como a gente. Adorei o seu artigo. Muito bem escrito e elucidativo. As pessoas precisam ter acesso a esse tipo de informação sem ficar enrolando e falando numa linguagem científica. Parabéns!!!

    Resposta

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