INTERPRETAÇÃO DE COPENHAGUE

UMA NOVA RELIGIÃO

Ah, a Ciência, essa nova religião, que tem por princípios a mensuração dos fenômenos bem como sua explicação e reprodução. Mas “ela” explica tudo mesmo? É interessante observar que a maioria das ditas “leis científicas” não passam de teorias, como por exemplo, a extinção dos dinossauros.

Até poucas semanas atrás, Plutão era um planeta anão (assim denominado por um “cientista” e corroborado por vários outros) congelado, “morto” (sem atividade nuclear), resumindo, sem grandes atrativos para a pesquisa científica. Grande engano: a sonda New Horizons evidenciou que o planeta não está “morto”.

Consta ainda na “cartilha científica” que se um fenômeno não pode ser reproduzido ficará apenas no campo da hipótese (teoria). Quem vai pegar um meteoro de pelo menos 10 km de comprimento e arremeter sobre a Terra?

Wilmut e sua pesquisa sobre os telômeros (“envelhecimento” celular) fez mais de 250 tentativas até que obteve êxito e, as mídias (sim, elas tem que lucrar, ainda que deturpem o real sentido da pesquisa) propagaram apenas a clonagem de uma ovelha (onde uma célula glandular mamária desempenhou o papel de óvulo).

O colisor de hádrons, após o experimento que, segundo “eles” (cientistas), evidenciou o Bóson de Higgs (chamado de partícula de deus pela mídia), foi intencionalmente “desmontado”, inviabilizando a repetição da pesquisa (?!)

Antes de Galileu dois corpos com massas diferentes “caiam” com a mesma velocidade, até que o mesmo comprovou essa “lei” como um mito!

Pitágoras não “criou” o teorema, mas para nós ocidentais, é ele que possui o crédito.

Cientista não é uma profissão, ninguém possui contrato de trabalho sob essa denominação. É uma generalização de muitos profissionais para uma vaga compreensão no campo do conhecimento.

A ciência de ponta não é disseminada nos meios de comunicação de massa. Não é divulgado nem seu esboço por envolver financiamento$ e patente$ (sem contar a ignorância das massas onde comentários chulos como “pra que enviar gente para o espaço?”, “desperdício de dinheiro” ou ainda “estão brincando de deus” evidencia a falta de conhecimento (ciência) que muitas inovações tecnológicas proporcionam como, basicamente, o aumento de expectativa de vida).

Muitos “cientistas” atropelaram o panteão galgando diretamente ao conceito de “deuses” (como muitos médicos no Brasil, afinal tem o “poder” de vida e morte sobre seus “cliente$”).

Se um fenômeno não pode ser reproduzido (segundo os moldes técnico-científicos) inadvertidamente terá a alcunha de “milagre”!

Silvio Alarcon


Coloquei propositalmente o título ‘UMA NOVA RELIGIÃO’ porque tenho observado nos fóruns, blogs e comentários em redes sociais que é exatamente assim que se comportam as pessoas que ‘acreditam’ na ciência. O ‘sistema’ passa uma imagem à população em geral de que a ciência sabe tudo, explica tudo. Grande mentira! A ciência não sabe tudo e menos ainda explica tudo, como você verá no texto abaixo. Muitos comentaristas ‘crentes’ na ciência comportam-se exatamente como religiosos ‘convertidos’: não ousam sequer questionar as ‘verdades científicas’. Acreditam piamente no que estudaram e, em qualquer comentário em um fórum ou blog, apenas repetem como papagaios, conceitos decorados, assim como crentes fanáticos repetem trechos decorados da bíblia cujo significado desconhecem, mas adoram repetir para passar a falsa impressão de que tem muito conhecimento.

Na verdade, tanto o crente fanático na religião, como o crente fanático na ciência, apenas ‘vomitam’ programações que foram previamente inseridas em suas mentes pelo ‘Sistema’ e o fazem de forma automática, seguindo o princípio psicológico de ‘estímulo-resposta’. Basta que você fale a ele alguma coisa com uma pequena inconsistência e pronto: se for um crente religioso ele ‘vomita’ trechos da bíblia em você, se for um crente na ciência ele ‘vomita’ em você conceitos científicos decorados e já há muito batidos.

Encontrei o texto acima em um comentário feito a uma de minhas postagens no Facebook e percebi que ele caiu como uma luva para servir de prefácio a este artigo sobre a ciência. Diz tudo o que eu queria dizer mas não tinha ainda encontrado as palavras. Parabéns, amigo Silvio
Alarcon, pela mente aberta, pela percepção e pelo discernimento.

Eduardo Lbm


Tiller-1-495x400Duas ciências

Nós temos duas ciências no planeta Terra. Temos a ciência dos que não podem perder seus empregos e temos a ciência feita por aqueles que já largaram todos os seus empregos e por não estarem sob a pressão de instituições, fazem ciência de verdade, pesquisam a fundo, mas por não estarem vinculados a uma instituição ‘oficial’, seus trabalhos não podem ser publicados, isso quando não são ridicularizados. Isso é uma mostra de como o ‘sistema’ é auto regulado. Ele impõe as ‘verdades científicas’ e se alguém contestar, sendo do meio científico, é ameaçado de perder seus títulos acadêmicos e não sendo do meio científico não tem sequer o direito de se manifestar.


campoO Campo Unificado

Se você verificar a ‘Interpretação de Copenhague”, você perceberá que a “ciência’ abriu mão de explicar determinadas coisas porque ela (a ciência) NÃO QUER explicar. Então, para ficar tudo bem, passaram a chamar essa recusa como ‘especulação’. E sabe por que a ciência se recusa a explicar certas coisas? Porque a simples aceitação de certos fatos como científicos obrigaria TODA a humanidade, a começar pelos seus líderes e governantes, a uma mudança total de postura. Vamos pegar um exemplo: Rupert Sheldrake postulou a existência do campo morfo genético. Em estando a teoria dele correta e caso ela seja comprovada como fato científico, passa a ser um fato científico TAMBÉM que todos nós e todos os demais seres vivos do planeta estamos intimamente conectados um ao outro e isso, por decorrência, nos leva à conclusão de que, se eu der um tiro em você, na verdade, estou dando um tiro no meu próprio pé, pois eu e você, bem como tudo o mais, estamos conectados, somos um.


Agora pense: isso seria interessante para os que vivem da guerra, planejam a guerra, fomentam a guerra, lucram (exorbitantemente) com a guerra, escravizam países com a guerra, vendem armamentos em função da guerra, reconstroem países (empreiteiras) graças à guerra? Então, torna-se muito mais fácil ridicularizar o cara que postulou isso, não é mesmo? Pesquise no google e veja quantos artigos você vai encontrar ‘metendo o pau’, ‘pixando, ridicularizando e até execrando Rupert Sheldrake.


quantum-suicide-9Ciência pela metade

Então, não existe ciência de verdade, não existe ‘honestidade científica’. Quando Hugh Everet III postulou sobre a teoria dos muitos mundos, ele foi execrado da comunidade científica, teve que ir trabalhar como frentista de posto de gasolina (metaforicamente falando). Hoje a ‘ciência’ já trabalha com a visão de muitos mundos, multiverso. Então, onde é que está a honestidade científica? E para completar, temos uma ciência que se restringe unicamente aos fenômenos e não busca investigar ou explicar as causas primárias. Ou seja, temos uma ciência pela metade. E isso não é um ‘abestado’ que acredita em teorias da conspiração que está dizendo. Isso está documentado. E o documento já tem quase um século. Foi conduzido por Niels Bohr e Werner Heisenberg e teve a participação de Podolski, Rosen, Einstein, Schrödinger e Plank. Abaixo uma parte apenas do texto:

Interpretação de Copenhague

“A Física é a ciência dos resultados de processos de medida. Não faz sentido especular para além daquilo que pode ser medido. A interpretação de Copenhague considera sem sentido perguntas como “onde estava a partícula antes de a sua posição ter sido medida?”.

86f98-atomo7Então, se não faz sentido especular para além daquilo que pode ser medido, então o fato é que não há interesse em se investigar a fundo  as causas dos fenômenos e suas implicações. E no caso do salto quântico em que uma partícula desaparece de uma posição e aparece instantaneamente em outra sem que tenha havido deslocamento mensurável, onde a partícula estava entre uma posição e outra? Essa pergunta a ciência se recusa a responder e para ficar bem na fita, chama isso de especulação. Quando a ciência se dispor a responder honestamente onde estava a partícula antes de ser medida, então eu vou começar a levar a sério essa ciência.


entrelacamentoQuanticoSem explicações

O salto quântico foi comprovado, isso é fato. Mas não foi explicado. Onde o elétron esteve, quando não estava no ponto A e nem no ponto B? É essa a explicação que falta. O entrelaçamento quântico, bem como a ação fantasmagórica à distância (o grande fantasma que assombrou Einstein) também já foi mais do que comprovado através de vários experimentos como os de Alain Aspect e os de Bell. Mas e dai? Onde está a explicação? Alguém explicou o fenômeno? Não, apenas confirmaram a existência do fenômeno. Eu quero saber a explicação do fenômeno. Além disso, há também as implicações resultantes de tal conhecimento. Nos livros de Física, quando chega nessa parte (entrelaçamento quântico) está escrito apenas que ‘isso é comunicação não local’ e ponto. Vira-se a página, novo capítulo. Morre o assunto. Quando eu tiver a explicação para esses fenômenos eu ficarei satisfeito com a nossa ciência.


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2 ideias sobre “INTERPRETAÇÃO DE COPENHAGUE

  1. paleoseti

    Excelente artigo Edu e o título é perfeito.
    Tenho um amigo que é um “crente fanático nessa nova religião”
    e já discuti muito com ele sobre esse assunto.
    As vezes faltavam argumentos para rebater os seus.
    Vou pedir pra ele vir aqui e ler, pra tentar abrir um pouco a mente dele.

    Esse artigo me lembrou o Elias Roth (OVNI Hoje) num debate em que ele quase foi “massacrado” por defender essa tese.
    Um abraço

    Resposta
    1. Eduardo LBM Autor do post

      Grato pela participação, Paleoseti. Verdade, lá no OH nesse momento, há algumas pessoas assim. Nesse caso, não vou citar nomes porque eles podem estar lendo o artigo e a área de comentários, mas percebe-se pelo conteúdo dos comentários deles, que eles ‘acreditam’ piamente não só na ciência, mas no ‘Sistema’ e em tudo o que ele dita através de sua maior deusa, a TV.

      Resposta

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